sábado, 19 de junho de 2010

Anthem

Anthem (hino) é o filme de aproximadamente 60 segundos da ESPN (na minha humilde opinião a melhor rede esportiva que temos no Brasil) para a Copa do Mundo FIFA da África do Sul.
Na inconfundível voz de Bono (U2), retrata um sentimento, onde todos - independente de crenças, poder aquisitivo, dentre outras coisas - se concentram em torno de um único objetivo.
Vale a pena assistir.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

"Ê Brasilzão!"

Época de Copa do Mundo, quase todos se sentem mais brasileiros. Há uns dias atrás, um amigo me indicou por email, uma coluna (não sei se faz muito sentido chamar assim, quando em formato digital, mas...) escrita por Marcelo Adnet no site O Globo falando justamente sobre este fato. Como um evento esportivo cria proporções maiores do que outros, sejam estes políticos, históricos ou mesmo religiosos. Podemos ainda questionar: quanto tempo as mesmas bandeiras nacionais ficarão hasteadas? Paralelamente, há quanto tempo, por exemplo nos EUA, suas bandeiras nacionais estão hasteadas em frente as casas de seus cidadãos?
Qual o sentimento como nação está em jogo para o Brasil? E para a África do Sul? Sérvia ou Eslovênia? Para citar apenas alguns.
Não sou hipócrita, amanhã estarei torcendo por esta seleção que pouco me representa; no entanto, apenas questiono falsos sentimentos que são amplamente exaltados a cada 4 anos.
Enfim, fica a minha dica de leitura (através do hiperlink acima).

sábado, 12 de junho de 2010

Da Sociedade à Volta ao Blog

De acordo com o conceito antropológico, (devo frisar que se trata de uma leitura livre, sem caráter científico, portanto) o que sempre diferenciou o homem de outras espécies animais foi sua organização em sociedade. Organização esta que se dá através de uma série de signos, convenções e leis; desenvolvidos e aplicados de acordo com a época e a região em que a sociedade se encontra(va). Por signo compreenderemos tanto os linguísticos quanto os visuais. Ou seja, as letras que representam as palavras, e as imagens que representam a cultura vigente em dada sociedade (exemplo, totens que representavam povos indígenas). As convenções podem, por assim dizer, ser exemplificadas pela antiga e persistente batalha entre a moral e a ética e que não irei analisar (não neste momento). As leis, são, de maneira bem simplista, os combinados escritos, que dizem aos cidadãos, àqueles que fazem parte da sociedade até onde podem ir, ou mesmo, aonde não devem nem pensar em ir.
Todo esse rodeio para chegar ao ponto em questão. O que acontece quando estes elementos constituintes da sociedade começam a ruir? O que acontece quando a sociedade em si, começa a se tornar um organismo "esquizofrênico"?
Analisando um fato que me aconteceu ontem (11/06). Estava no ônibus lotado como de costume, ouvindo música, quando de repente o ônibus para e observo certa movimentação. Após tirar os fones e questionar alguém, fico sabendo que o ônibus foi atingido por uma pedra (!!!) e que um passageiro havia sido atingido. É um fato, potencialmente assustador, um veículo de transporte coletivo, cheio de trabalhadores, estudantes, cansados e querendo retornar às suas casas é depedrado? Motivo aparente não havia, o vândalo aparentemente não tinha problemas mentais pois saiu correndo ao ver o que tinha feito e que o motorista e algumas pessoas saíram do veículo.
Aí entram as questões supracitadas. Em mim, prevaleceu a perplexidade, o pessimismo em relação ao caminho que a nossa sociedade está trilhando e o desejo de não ter de começar a andar de ônibus com capacete.
Enfim, este é o meu primeiro post após o grande hiato criativo em que me encontrei. Estive em um período intenso no trabalho e agora enfrentarei outro mais intenso ainda em um novo desafio profissional. Quero agradecer ao meu brother Roberto do Blog do Roberto Gomes pelo apoio a minha volta à blogosfera.

segunda-feira, 29 de março de 2010

A Baderna da Aula

Lendo hoje uma das colunas da Folha me deparei com o seguinte título:
"Professores dão aula de baderna" escrita pelo colunista Gilberto Dimenstein.
Não vou dizer que discordo totalmente do que ele escreveu, mas creio que algumas alegações, no mínimo deixam de levar em conta a realidade social em que muitos - quiçá todos - os professores da rede pública de ensino estão inseridos.
Não creio também que seja a atitude de "uma minoria organizada e motivada, em parte, pelas eleições deste ano" que vá levar uma grande parcela dos alunos a piorarem ainda mais seu comportamento/aproveitamento nas escolas. Uma vez que de nada adianta, termos professores semelhantes a ovelhas que concordam de cabeça baixa com o baixo salário em relação a muitos outros servidores públicos, as condições muitas vezes precárias de trabalho e às agressões físicas ou verbais sofridas pelos mesmos alunos a quem devem ser exemplo. Enfatizando novamente, de nada adianta esses professores conformados se muitos alunos vêm de casa sem o mínimo exemplo de respeito, educação, civilidade.
Enfim, este sempre será um assunto controverso e se surgir margem para mais discussão, retomarei em posts futuros.
Segue o link para a coluna de Dimenstein na íntegra.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Retornando apenas para aderir à causa!!!
Hora do Planeta 2010.
Uma hora sem energia, uma idéia que mostra que ainda há quem se importe.

E aqui segue o link, meus caros:

HORA DO PLANETA 2010



29/03/2010 - Apenas uma breve observação: Objetivo alcançado, luzes desligadas durante o período previsto... e até mais, acordei apenas às 10h30 no domingo pra não haver qualquer sombra de dúvida, hehe!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Quanto Vale sua Dignidade?

A singela pergunta se deve a um fato que aconteceu comigo ontem (02/03, pois é...). Após um longo dia de trabalho, em que os minutos finais para completar as oito horas parecem durar cada vez mais; um longo percurso em direção ao ponto de ônibus; a fina e persistente garoa que caía naquele momento e a árdua espera, que sinceramente, eu não entendo: a tarifa de tempos em tempos aumenta e esse aumento não representa melhoras significativas em muitos casos (pra não dizerem que estou sendo desarrazoado, experimentem pegar alguns ônibus em dias de chuva...). Voltando; após alguns minutos de espera, eis que vem o tão esperado meio de transporte coletivo - e junto com ele, o curioso "causo". Não sei se foi devido ao turbilhão de cansados trabalhadores adentrando ao veículo, falta de costume, igenuidade, tolice ou um misto de tudo isso; ao me aproximar da catraca, simplesmente e impulsivamente liberei a passagem com meu bilhete eletrônico sem reparar que ao meu lado estava uma senhora pagando sua passagem e que esta mesma, estava para girar a catraca. Então lá vou eu dirigir minha palavra ao motorista: "Acho que fui eu quem validou a passagem ..." ao que rispidamente o motorista me interrompe se dirigindo à mulher: "Pode passar..." - Aqui vem a parte interessante e que justifica o título deste post.
Eu poderia requerer o direito da passagem que eu havia pagado e dizer ao motorista que quem deveria passar seria eu. Isto invariavelmente levaria a uma discussão provavelmente acalorada. Discussão esta, que não levaria a lugar algum, já que nenhum dos dois daria o braço a torcer e a mim sobrariam apenas duas possibilidades; descer do ônibus com todos me encarando como a um extraterrestre, ou de qualquer forma validar mais uma passagem e ter pelo resto da viagem as pessoas com cara de que havia um extraterrestre dentro do ônibus.
No entanto, eu simplifiquei minha vida, ou como diria o grande carteiro Jaiminho, eu quis "evitar a fadiga" e simplesmente ignorei as opções acima, deixei a mulher passar e paguei novamente minha passagem. Minha dignidade não custa apenas R$2,50. E não vai ser deixada de lado por qualquer eventualidade que surgir.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Prestação de Serviços

Quase um mês depois e cá estou eu de volta. Um mês passando por uma série de obstáculos para minhas postagens neste blog. Entenda-se por obstáculos, feriados, atividades em família, momentos ociosos antes da volta ao trabalho e por fim, defeito em meu computador; este sim, foi o mais difícil e aflitivo pois me manteve distante do mundo digital e me fez perceber o quanto podemos nos tornar dependentes sem ao menos perceber. Mas para aproveitar e de antemão prestar serviços já em minha volta, vou descrever o problema por que passei e a solução encontrade, já que pude perceber que este é (infelizmente) um problema mais comum do que eu imaginava.
Primeiramente estava utilizando meu computador normalmente quando repentinamente o navegador travava sobretudo, em páginas que exibiam vídeos. Após o travamento, aparecia uma janela descrevendo o problema, que a partir de dado momento passou a reiniciar a máquina após esses erros.
Pois bem, a primeira ação que pensei ser a correta foi: "ah, vou formatar a máquina e tudo vai melhorar". Mas, eis que para minha surpresa e desalento, após a formatação, no momento da cópia dos arquivos do O.S. aparece a seguinte tela:Sempre dava que determinado arquivo não tinha sido copiado corretamente. A partir daí, passei para a segunda hipótese: "ah! já que está dando erro na cópia dos arquivos, o problema está na mídia". Então eu que estava instalando o XP Service Pack 3, passei pro SP 2 e até pro 1. Então tentei o Vista que era o O.S. anteriormente instalado e finalmente tentei o Windows 7. Pronto! Eis que minhas tentativas até então frustradas deram um resultado. Instalei e usufrui exatos dois dias do meu novo OS e então, nova mensagem, dessa vez:
Bom, diante desta linda tela azul, passei para a minha nova hipótese: "Aí sim!!! O problema então provavelmente está na memória RAM!!".
Abro meu Pc, tiro cuidadosamente meus pentes de memória que a fabricante fez favor de colar com cola quente, nada que pudesse danificar os componentes, mas é uma sacanagem, já pensou se eu fosse descuidadoso? Poderia certamente danificar o próprio pente ou mesmo o slot ou sei lá o quê. Aqui fica meu protesto. Mas, voltando... retirei as memórias, limpei os slots, apliquei a técnica milenar da borracha. Coloquei apenas a primeira em um dos slots e eis que surge o problema da imagem 1; coloquei a mesma memória no segundo slot e também o mesmo problema. Daí meu ultimo fio de esperança, peguei o pente restante e ao testá-lo... eis que meu OS estava funcionando novamente!!! A partir de então, fechei meu gabinete, arrumei a bagunça e parti pro abraço.

Se você já passou ou ainda está passando por esse problema, espero ter ajudado na medida do possível. Sintam-se a vontade para deixar seus comentários. Até mais.